Desaparecimento de uma embarcação em São Tomé e Príncipe

O navio de carga de nome Santo António, também chamado de `Ferro-Ferro´ deixou o porto de São Tomé na segunda-feira com destino à Região Autónoma do Príncipe, onde devia ter chegado terça-feira um vez que a dermora prevista para efetuar o trajeto seria de 20 horas , o que não aconteceu.

O Assunto tem sido tratado com muito cuidado pelas autoridades santomenses, as familhas dos marinheiros ficando cada dia mais preoucudada com a demora que se esta a verificar na localização do cargueiro. A capitania dos portos de São Tomé e Príncipe confirmou na quinta-feira o desaparecimento da embarcação com oito tripulantes a bordo, que transportava mercadorias de São Tomé para a ilha do Príncipe, recusando para já falar de naufrágio.

O comandante da Capitania dos Portos, Tomé da Gloria, disse hoje aos jornalistas que São Tomé e Príncipe «lançou o sistema de alerta para os países da zona de golfo» com vista a ajudar nas operações de busca e salvamento. «Temos uma embarcação da Guarda Costeira nessa operação e o ilhéu Bombom disponibilizou também a sua embarcação para ajudar nesta operação», disse Tomé da Glória, sublinhando que elementos da Guarda Costeira encontraram «alguns bidons mala térmica e outros objetos no alto mar» que julgam pertencer às mercadorias que eram transportados pela embarcação desaparecida. O navio transportava 87 toneladas de carga diversa, incluindo combustível. O desaparecimento de Santo António acontece numa altura em que decorre o exercício Megalope, que envolve os países da zona do Golfo da Guiné, no âmbito da segurança marítima. Um navio de pesquisa científica está também a operar na Zona Económica Exclusiva (ZEE) de São Tomé e Príncipe.

A todos eles as autoridades são-tomenses solicitaram ajuda para encontrar o cargueiro desaparecido as mercadorias e os oito marinheiros. Na história de naufrágios em São Tomé e Príncipe contam-se várias perdas de vidas. O caso mais grave ocorreu há quase 15 anos, quando o navio Babanzelé fazia o trajeto Libreville (Gabão)-São Tomé, em que morreram pelo menos 40 pessoas, incluindo crianças.

fonte: abola.pt

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