Jorge Bom Jesus diz que deixa o cargo de Primeiro-ministro com “sentimento genuíno de dever cumprido”

O primeiro-ministro cessante de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus numa conferência de imprensa de balanço dos quatro anos do seu Governo, dada ontem, 10 de novembro disse que sai do cargo com o “sentimento genuíno de dever cumprido“.

“Saio com este sentimento genuíno de dever cumprido, mas enquanto filho de São Tomé e Príncipe, enquanto político, mas também nas minhas lides ao nível cívico como cidadão, nós vamos dar toda a nossa contribuição para ver o nosso país melhor”, disse Jorge Bom Jesus.

Jorge Bom Jesus frisou também que deixa “um país melhor” sublinhando que “em quatro anos não se consegue fazer tudo”.

“Eu nunca poderia deixar um país igual, muita coisa mudou em São Tomé e Príncipe e, sem nenhuma pretensão, penso que deixo um país melhor. Naturalmente que as bases estão lançadas, em quatro anos não se consegue fazer tudo”, afirmou.

O primeiro-ministro cessante pontuou alguns progressos em projetos “estratégicos e estruturantes” feitos por seu governo para o futuro do país.

“Estas ilhas, sem um aeroporto em condições, sem um porto, pelo menos acostável, sem nós podermos proteger a nossa orla costeira, hoje com as alterações climáticas […] será muito difícil poder almejar seja que desenvolvimento for”, disse Jorge Bom Jesus.

“Neste momento, o acordo de concessão para a reabilitação e modernização do porto de Ana Chaves, acoplado com o porto do Príncipe e a construção do porto de Fernão Dias está assinado, portanto esse Governo concluiu o processo”, precisou o primeiro-ministro cessante.

Jorge Bom Jesus aproveitou para “expressar, a minha gratidão ao povo de São Tomé e Príncipe que me deu a oportunidade de o servir durante esses quatro anos com todo empenho, toda coragem, toda abnegação, enquanto filho deste país”.

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