SINPRESTEP quer ajuda do PR para melhorar a qualidade do ensino em STP

O sindicato dos professores e educadores de São Tomé e Príncipe (SINPRESTEP) encontrou-se com o Presidente da República, Carlos Vila Nova esta quinta-feira, 20 de janeiro no palácio do povo.

segundo o secretário do referido sindicato, Gastão Ferreira o encontro seviu para fazer uma radiografia da situação da educação em São Tomé e Príncipe no que toca a qualidade do ensino para o Presidente da República.

“A qualidade do nosso ensino está paulatinamente a degradar. A situação socioeconómica dos professores neste preciso momento é uma lástima. O descontentamento é total. O enquadramento que se vem prometendo há anos não se tem concretizado. Os professores têm estado no sistema 10, 20, 30 anos sem serem enquadrados nas suas respetivas categorias e sem serem promovidos”, disse Gastão Ferreira.

Gastão Ferreira disse que o Presidente da República teve uma reação boa e congratulou com as preocupações da classe essencialmente a situação de extrema pobreza que vivem os professores reformados em São Tomé e Príncipe.

“O Presidente da República manifestou toda a vontade e toda a abertura junto aos professores e educadores para encontramos nos próximos meses a luz verde para a resolução de algumas dessas preocupações. Algumas são críticas e são extremamente preocupantes”.

“Os professores reformados que vivem uma situação estremamente precária… estão em extrema pobreza, passando fome, vivendo em situação desagradável e lastimável”, referiu.

Ferreira avançou também que ainda neste trimestre voltará a precionar o governo sobre a questão do reajuste salarial prometido a classe.

“Prometemos ao senhor Presidente da República que ainda neste trimestre vamos travar uma luta muito árdua com o Ministério da Educação quanto ao reajuste salarial — saber do Governo se o reajuste pega ou não pega”, disse Gastão Ferreira adiantando que “o Governo tem feito a sua parte” e o Sinprestep também vai fazer a sua.

“Vamos continuar a negociar: o sindicato não tem poder para impor. O sindicato negoceia, apresenta preocupações e no quadro das negociações tem que encontrar consensos, e se não encontrar um consenso, temos uma arma que o Governo nos deu e vamos utilizá-la”, precisou.

 

 

Compartilhar :

Leave a Reply

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.