STP celebra o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

Por ocasião do dia Mundial da Liberdade de Imprensa (3 de Maio) que hoje se assinala, o Centro Cultural Brasil São Tomé foi palco de uma palestra, para marcar a data. A cerimónia contou com a presença de vários jornalistas e técnicos da comunicação social, e diversas individualidades, com destaque para o Primeiro-Ministro, Jorge Bom Jesus.

A Constituição da República de STP, nos seus artigos 29 e 30, defendem a Liberdade de expressão e de Imprensa à todos os jornalistas são-tomenses.

“Torna-se absolutamente necessário que os jornalistas tenham acesso a fontes de informação para que o seu trabalho atinja dimensão de bem comum, ou seja, para melhorar a qualidade de serviço público prestado, aprofundar a transparência e permitir aos cidadãos terem acesso a informação necessária que lhes permita exercer uma cidadania plenamente responsável”, afirmou o primeiro-ministro Jorge Bom Jesus.

Para que os mesmos cumpram este papel, é necessário que haja a Liberdade de Imprensa e a liberdade de acesso a fontes de informação. O que, segundo O Presidente da Associação dos Jornalistas, Juvenal Rodrigues, não acontece.

“Quanto ao acesso das fontes de informação, os profissionais da comunicação social confrontam-se no seu dia-a-dia com obstáculos levantados sobretudo por responsáveis da administração pública do escalão médio”, declarou Juvenal Rodrigues.

O Presidente do Conselho Superior de Imprensa, Carlos Barreiro – que também estava presente no ato, disse que “não obstante os parcos recursos de que dispomos, o Concelho equaciona seriamente a hipótese de repor o prémio de Jornalismo como forma de estimular aqueles jornalistas que durante anos exercem e se destacam entre o demais na área”.

A atividade também ficou marcada com uma palestra proferida pelo professor e embaixador na disponibilidade Salvador dos Ramos, cujo os temas eram:  Acesso às fontes e à informação credível; Combater as Fake News e Jornalismo de Investigação em STP.

O dia Mundial da Liberdade de Imprensa foi criado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) em 1993. A data foi criada para alertar sobre as impunidades cometidas contra centenas de jornalistas que são torturados ou assassinados como consequência de perseguições por informações apuradas e publicadas por estes profissionais.

 

 

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